12 - Internacionalização
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Fortalecer a Assessoria de Relações Internacionais (ARI) como instância estratégica da Reitoria, articulada às pró‑reitorias, para planejar e coordenar a internacionalização de ensino, pesquisa, pós-graduação, extensão e inovação;
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Estabelecer fluxos e critérios institucionais para tramitação, priorização e renovação de acordos bi e multilaterais, focando em parcerias que gerem resultados em mobilidade, projetos conjuntos, cotutela, redes temáticas e estágios;
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Aprovar e implementar a Política Institucional de Internacionalização e a Política Linguística para a Internacionalização da UEL, alinhadas às diretrizes da CAPES, CNPq, Fundação Araucária e agências internacionais, com metas e avaliação permanente das ações;
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Consolidar a Assessoria de Relações Internacionais (ARI) como centro de orientação acadêmica e mediação cultural, com ações de acolhimento, preparação intercultural e acompanhamento das(dos) estudantes e visitantes internacionais, criando um ambiente mais receptivo, inclusivo e favorável à permanência;
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Apoiar projetos e oportunidades de cooperação internacional, oferecendo suporte técnico na busca de editais, elaboração de propostas e gestão de acordos, ampliando a captação de recursos externos para a UEL;
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Destinar recursos para fortalecer a internacionalização do ensino, da extensão, da pesquisa e da inovação, incentivando a mobilidade na graduação e na pós-graduação, missões de trabalho, recebimento de professor visitante, cotutela, participação em eventos, dentre outros;
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Ampliar a internacionalização dos Programas de Pós-graduação e dos cursos de graduação, por meio de dupla titulação, redes de pesquisa, intercâmbios, estágios internacionais e ações estratégicas, elevando a qualidade e a inserção internacional da UEL;
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Oferecer disciplinas, módulos e atividades em línguas estrangeiras, com participação de docentes convidados do exterior, para internacionalizar currículos, atrair estudantes estrangeiras(os) e atender critérios de internacionalização considerados pela CAPES e pelos rankings;
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Ampliar e fortalecer a internacionalização “em casa”, com seminários, bancas, disciplinas e eventos híbridos em línguas estrangeiras, com participação remota de pesquisadoras(es) internacionais, garantindo experiência internacional também a quem não pode realizar mobilidade física;
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Garantir estrutura para a oferta de cursos de português à comunidade internacional vinculada à UEL, assegurando, assim, a integração dos estudantes, docentes e agentes universitários internacionais à comunidade local e a produção de conhecimento em português como língua de ciência e cultura;
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Utilizar indicadores de internacionalização integrados ao sistema de informação institucional, para orientar decisões de gestão e demonstrar impacto em avaliações e nos rankings;
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Articular a internacionalização com políticas de equidade e ações afirmativas criando oportunidades específicas no âmbito dos processos seletivos de mobilidade e formação internacional para estudantes representantes de grupos historicamente sub‑representados, e conectando parcerias internacionais às agendas estratégicas do Brasil e do Paraná em ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento sustentável.





