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5 - Saúde Mental da Comunidade Universitária

  • Ampliar a oferta de acolhimento psicológico, escuta qualificada e encaminhamento nos serviços já existentes, com fortalecimento das equipes e melhoria dos fluxos de atendimento;

  • Estruturar uma rede institucional de cuidado, articulando pró-reitorias, centros de estudo, órgãos de apoio, serviços de saúde, assistência estudantil e gestão de pessoas;

  • Desenvolver ações preventivas e educativas permanentes, como campanhas, rodas de conversa, oficinas, grupos de apoio e atividades formativas sobre saúde mental, autocuidado, prevenção do sofrimento psíquico e combate ao estigma;

  • Implantar protocolos de atenção a situações de crise, com fluxos claros de acolhimento, encaminhamento e acompanhamento, preservando sigilo, ética e proteção das pessoas envolvidas, específicos para agentes universitários, estudantes e docentes;

  • Promover ações específicas para públicos em maior vulnerabilidade, especialmente estudantes em situação de permanência precária, pessoas com deficiência, indígenas, cotistas, mães estudantes, pessoas LGBTQIAPN+ e servidores em contextos de sobrecarga ou adoecimento;

  • Fortalecer programas de acolhimento na entrada e ao longo da trajetória universitária, com atenção especial a calouros, ingressantes da pós-graduação, novos(as) servidores(as) e estudantes em fase de conclusão de curso;

  • Incentivar práticas de promoção da qualidade de vida, incluindo esporte, cultura, convivência, lazer e uso qualificado dos espaços coletivos do campus, atendendo a demandas específicas de agentes universitários, estudantes e docentes;

  • Realizar estudos e diagnósticos periódicos sobre saúde mental, sofrimento psíquico, evasão, afastamentos e condições de vida e trabalho, para subsidiar políticas institucionais baseadas em evidências;

  • Garantir que a política de saúde mental esteja articulada às ações de permanência estudantil, assistência social, acessibilidade, diversidade e gestão de pessoas, evitando respostas fragmentadas;

  • Promover canais permanentes de escuta institucional, com participação da comunidade universitária na avaliação e no aperfeiçoamento das ações de cuidado.

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