3 - Equidade, Diversidade e Ações Afirmativas
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Defender intransigentemente as políticas de cotas e buscar a criação de uma Pró-Reitoria de Ações Afirmativas;
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Apresentar e defender nos Conselhos Superiores a reserva de vagas nos cursos de graduação e pós-graduação stricto sensu para pessoa trans (transexuais e travestis), com base no relatório da Comissão de Cotas Trans;
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Fomentar editais específicos de ensino, pesquisa e extensão que respeitem e incluam as proporções das cotas institucionais;
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Fortalecer as ações de enfrentamento ao racismo, à violência de gênero e a todas as formas de discriminação, com canais de denúncia aperfeiçoados e formação continuada para a comunidade;
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Promover a prevenção e o combate à xenofobia na UEL, integrada à campanha “UEL na luta contra o racismo”, com ações de acolhimento, canais de denúncia e formação intercultural, garantindo ambiente seguro e respeitoso para estudantes e pesquisadores internacionais;
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Intensificar a defesa das políticas de cotas para indígenas em concursos públicos da UEL, ampliando a presença indígena no corpo docente e técnico da universidade;
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Fortalecer as atividades do Ciclo Intercultural de Iniciação Acadêmica de Estudantes Indígenas viabilizando carga horária para a coordenação e professoras/es e oferecendo melhores condições de trabalho;
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Criar políticas específicas de incentivo à pós-graduação para estudantes indígenas, garantindo bolsas e programas que viabilizem a continuidade da formação acadêmica;
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Garantir a inclusão efetiva da pauta indígena nas ações institucionais de enfrentamento ao racismo da UEL, assegurando a participação de estudantes e indígenas profissionais, na construção das atividades, debates e formações;
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Fortalecer o NEAB e a CUIA com melhoria da infraestrutura (ampliação da Casa Ya Mukumby e criação do Centro Cultural Indígena) e incremento do apoio institucional para suas atividades de ensino, pesquisa e extensão;
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Construir uma política de formação continuada antirracista de estudantes, docentes e agentes universitárias(os);
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Ampliar e garantir fomento financeiro para as ações do GT institucional UEL Na Luta Contra o Racismo;
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Garantir recursos próprios para o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) para viabilizar o desenvolvimento de ações educativas no espaço universitário;
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Estimular a oferta da formação periódica em letramento racial com a participação de atrizes e atores da sociedade civil trazendo perspectivas de práticas sociais;
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Promover uma cultura de equidade de gênero na universidade, com indicações de pró-reitores e diretores de pró-reitorias tendo em vista também o critério de equidade de gênero;
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Incentivar a inclusão de autoras mulheres, negras, indígenas, pessoas LGBTQIAPN+ e pessoas Trans nas bibliografias dos cursos e nos acervos das bibliotecas;
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Implementar políticas de apoio à maternidade e paternidade na vida acadêmica, com ações de acolhimento e suporte específico para as/os estudantes, agentes universitárias(os) e docentes em processo de maternagem;
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Propor a inclusão da data de 11 de fevereiro - Dia Internacional de Mais Meninas e Mais Mulheres na Ciência nos calendários acadêmicos dos cursos de graduação e pós-graduação da universidade;
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Fortalecer canais seguros e mecanismos institucionais de denúncia, escuta, proteção e responsabilização a respeito de ações discriminatórias contra estudantes, professoras(es) e agentes universitárias(os);
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Adequar os editais e os processos seletivos de assistência estudantil de modo a não os tornar excludentes aos estudantes PEC-PLE.





